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CORRIMENTO É SINAL DE ALERTA?




Por toda a vida, o corpo feminino passa por diversas transformações. Assim que a menina torna-se mocinha, além de acontecer grandes mudanças em seu corpo, seu organismo também passa por transformações importantes.

Com o aparecimento dos pelos pubianos e seios, ela começa a desenvolver uma secreção vaginal parecida com o catarro de nariz, que perdura por toda a vida até a menopausa. Popularmente conhecido como corrimento, o muco vaginal tem função importante no corpo feminino. De acordo com a ginecologista, Graziela Caproni, essa secreção serve para proteger. “A vagina é uma mucosa, assim como a boca, nariz e olhos, que são partes do nosso corpo que estão em contato com meio externo. Então, se não houver uma barreira que os proteja, essa mucosa pode levar bactérias para dentro do nosso organismo e causar danos importantes”, ressalta.

Ela explica que a vagina é um tubo, com cerca de sete centímetros, que conecta o meio externo ao útero. Portanto, se não houvesse o corrimento, todos os vírus, fungos e bactérias do meio externo poderiam chegar ao útero e causar danos expressivos à saúde. “Diferente do que muitas mulheres pensam, o corrimento é uma proteção, desde que não tenha cheiro ou sintomas associados”, destaca.

A ginecologista conta que muitas mulheres se queixam sobre o ‘muco’, pois dizem incomodar mas, segundo ela, não há como curar o que não é doença, e corrimento não é uma doença.

MINIMIZAR O SINTOMA

“Doutora, tem como reduzir a quantidade de secreção?” Essa é a principal pergunta de quem busca explicação para o surgimento do corrimento vaginal. Há sim como minimizar o aparecimento da secreção. “O primeiro passo é manter a higiene na região genital, para isso é indicado o uso de sabonete íntimo para manter o PH; além de evitar de fazer ‘duchinhas’ ou colocar o chuveirinho dentro da vagina, pois junto tiramos também as ‘coisas boas’; usar calcinhas que tenham ao menos o forro de algodão; optar por dormir sem calcinha; usar roupas de tecidos leves e folgados; evitar os tecidos sintéticos; e sempre higienizar as mãos antes de se limpar. São dicas simples e que surtem resultado”, enfatizou a ginecologista.

SINAL DE ALERTA

Se o corrimento estiver associado a sintomas, deve-se ascender o sinal de alerta e buscar um ginecologista. Diferente do “normal”, uma vez que se torna uma secreção grumosa, esbranquiçada (semelhante a um leite coalhado) e combinada com bastante coceira e incômodo na região genital, pode ser infecção ginecológica, como a candidíase (uma vulvovaginite). “É tão comum que costumo brincar que quem não teve, terá. Ainda mais em tempos de Corona Vírus em que as mulheres estão cansadas e estressadas”, comentou.

As Vulvovaginites são comuns e sua principal característica é o mau cheiro na vagina (que lembra peixe podre), que se intensifica durante as relações sexuais ou mesmo quando a mulher está menstruada. “Os corrimentos infecciosos, chamados de Vulvovaginites, precisam ser avaliados por um ginecologista e diante de sintomas diferentes ou um corrimento diferente em aspecto ou sintomas, precisa ser devidamente tratado por um especialista”, destacou.

Para garantir sua saúde ginecológica, o recomendado é ser avaliado por um ginecologista, no mínimo, uma vez ao ano. É bem melhor prevenir do que remediar!

DICA SUPER BÔNUS

Uma das dicas da Dra. Graziela Caproni é manter a higiene na região genital. Para isso é indicado o uso de sabonete íntimo para manter o PH e a Soft Love conta com uma linha de sabonetes íntimos dermatologicamente testados e que oferece uma deliciosa sensação refrescante, proporcionando conforto e bem estar durante todo o dia. O Soft Íntimo está disponível em várias fragrâncias como Black Ice, Erva doce, Flor de Algodão, Morango com Champ e Neutro.